Palmas supera meta de vacinação contra a poliomielite e reforça importância da imunização infantil
Cobertura vacinal da primeira dose ultrapassa 95% e reforço supera 82% na Capital.
Kenar Lima/Bastidores do Tocantins
A cobertura vacinal contra a poliomielite em Palmas segue em níveis considerados seguros. Em 2026, a primeira dose da vacina alcançou mais de 95% das crianças do público-alvo, enquanto a dose de reforço ultrapassou 82% de cobertura, superando a meta estabelecida para a imunização.
Para garantir a proteção dos pequenos, pais e responsáveis devem procurar a Unidade de Saúde da Família (USF) de referência, de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas, e manter a caderneta de vacinação atualizada.
A enfermeira da Secretaria Municipal da Saúde (Semus), Juliana Souza, destaca que a vacinação é fundamental para prevenir uma doença grave e incapacitante.
“A poliomielite pode causar sequelas permanentes e a vacinação continua sendo a forma mais segura e eficaz de prevenção. Por isso, é importante que pais e responsáveis acompanhem a caderneta de vacinação e garantam que todas as doses sejam aplicadas no período correto”, ressalta.
De acordo com o calendário nacional de vacinação, crianças menores de um ano devem receber três doses da vacina inativada contra a poliomielite (VIP), aos dois, quatro e seis meses de idade. Já crianças de um a quatro anos precisam completar o esquema vacinal com as doses de reforço previstas.
Sobre a doença
A poliomielite é uma doença infecciosa causada pelo poliovírus, transmitido principalmente pelo contato com fezes ou secreções de pessoas infectadas. Embora muitas pessoas não apresentem sintomas, a doença pode provocar febre, dores no corpo, vômitos, rigidez na nuca e, em casos mais graves, paralisia permanente dos membros.
A vacinação é considerada a principal ferramenta para evitar a reintrodução do vírus no Brasil e proteger as crianças contra as formas mais graves da doença.



